+50 Fábulas curtas para crianças (com moral)

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Deixo uma lista com fábulas curtas para crianças Com sua moral. Entre eles estão alguns dos mais populares; a lebre e a tartaruga, o leão e o rato, a cigarra e a formiga, Pedro e o lobo e muito mais.

Com esses exemplos, você pode divertir e transmitir conceitos morais através de seus animais carismáticos. Alguns são mexicanos, outros espanhóis, outros da Colômbia, Argentina, Peru, Equador …

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As fábulas das crianças parecem uma composição lírica que nunca sai de moda. Desde a cigarra e a formiga de Esopo, até a galinha dos ovos de ouro de María Samaniego até as mais modernas do escritor colombiano Rafael Pombo, todas destacam sua capacidade de educar e refletir através da moral para as crianças.

Desde a menor casa até os adultos, passamos por leituras de fábulas das mãos de nossos pais ou avós, deixando muitas delas impregnadas em nossa memória e que transmitimos aos nossos pequenos.

Lista de fábulas curtas para crianças

A Lebre e a Tartaruga

Uma vez, uma lebre estava tirando sarro de pernas tão curtas e andando lentamente de uma tartaruga, no entanto, não permaneceu em silêncio e se defendeu rindo e dizendo à lebre: – Você pode ser uma lebre muito rápida, mas sou mais do que Certifique-se de que eu possa ganhar uma corrida.

A lebre, surpresa com o que a tartaruga disse, aceitou o desafio sem pensar duas vezes, pois tinha certeza de que venceria a tartaruga com os olhos fechados. Então, ambos propuseram à raposa que era ela quem apontava o caminho e a meta.

Dias depois, chegou o momento esperado da corrida e, quando soou a contagem de três, começou a corrida desses dois competidores. A tartaruga continuou andando e andando, mas em seu ritmo lento, ele avançou calmamente em direção à meta.

Em vez disso, a lebre correu tão rápido que deixou a tartaruga para trás. Quando ele se virou e não a viu mais, a lebre viu seu sucesso na corrida com certeza e decidiu tirar uma soneca.

Pouco depois, a lebre acordou e viu se a tartaruga ainda não chegava atrás, mas, olhando para a meta, viu a tartaruga bem perto do fim e, numa tentativa desesperada de correr o mais rápido que pôde, a tartaruga chegou e ganhou.

Moral: O ensino é que os objetivos são alcançados pouco a pouco, com trabalho e esforço. Embora às vezes pareçamos lentos, o sucesso sempre chegará.

Também mostra que não precisamos tirar sarro das pessoas por seus defeitos físicos, pois elas podem ser melhores em outros aspectos.

Essa fábula tem um grande valor educacional, já que fazer coisas bem-feitas é importante na educação e, para isso, é preciso ser paciente.

O leão e o rato

Era uma vez um leão que descansava na selva, depois de um dia de caça. Era um dia quente e ele só queria dormir.

Quando ele estava mais confortável, um rato chegou fazendo muito barulho. O leão era tão grande que ele nem percebeu, mas o rato começou a subir pelo nariz.

O leão acordou de muito mau humor, começou a rosnar e agarrou o rato, preparando-se para comê-lo.

"Me perdoe!" O pobre rato implorou. "Por favor, deixe-me ir e um dia eu certamente pagarei a você."

Foi divertido para o leão pensar que um rato poderia ajudá-lo. Mas ele foi generoso e finalmente o libertou.

Alguns dias depois, enquanto perseguia uma presa na floresta, o leão foi preso na rede de um caçador.

Ele não conseguiu se libertar e rugiu alto pedindo ajuda. O mouse reconheceu a voz e veio rapidamente para ajudá-lo. Ele mordeu uma das cordas que amarravam o leão e se libertou.

Então o mouse disse:

"Até um rato pode ajudar um leão."

Moral: Não subestime o que os outros podem fazer. Embora possa parecer de outra forma, todos podem ajudá-lo.

A formiga e o gafanhoto

Uma cigarra cantou e apreciou durante o verão. Dia após dia, ele acordava tarde e se dedicava apenas a cantar, até que um dia algo chamou sua atenção.

Um grupo de formigas passou por baixo do galho, carregando pesadas porções de comida nas costas, depois a cigarra desceu do galho e pediu uma.

-Amiga Ant Por que você trabalha tanto? –

-O inverno está chegando, devemos manter provisões para passar a geada- a formiga respondeu.

Para que a cigarra então disse:

-Bah! Trabalhar tanto é para tolos, gosta de mim, canta e aproveita o verão.

A formiguinha sem dizer mais nada continuou. Nos dias seguintes, a cigarra continuou a cantar e muitas vezes compôs músicas que zombavam de sua amiguinha, a formiga.

Mas um dia a cigarra acordou e não era mais verão, o inverno havia chegado.

A geada foi a pior de todas em muitos anos, ele tentou se enrolar com folhas de seu galho, mas não conseguiu. Com fome procurou comida, mas não encontrou nada.

Então ele lembrou que seu amiguinho mantinha suprimentos durante o verão e foi até o formigueiro, bateu na porta e a formiga saiu. Então ele disse:

Formiga, me ajude; Estou com fome e com frio, me dê abrigo e comida!

-Mas o que você estava fazendo durante todo o verão cigarra? – perguntou a formiga.

-Cante e dance- respondeu a cigarra.

-Bem se você fez isso no verão, agora dance no inverno! – A formiga disse e fechou a porta.

Enquanto isso, a cigarra arrependida se afastou refletindo sobre a lição que havia aprendido.

Moral: A vida consiste em trabalhar e descansar. Você não pode descansar muito, porque mais tarde poderá encontrar consequências negativas.

Pedro e o lobo

Era uma vez um menino chamado Pedro, pastor e passeava o dia inteiro com suas ovelhas.

Um dia eu estava tão entediado que ele começou a se perguntar como se divertir. Então lhe ocorreu fazer uma piada, dizendo que um lobo estava por perto. Disse:

– O lobo está chegando, o lobo está chegando! Socorro!

Os moradores da cidade chegaram rapidamente com varas para assustar o lobo, mas quando chegaram à árvore onde Peter estava sentado, encontraram-no rindo alto. Pedro disse:

Hahaha! Você acreditou!

Os vizinhos foram para suas casas pensando que era uma piada e que nada aconteceu.

Outro dia, Pedro ficou entediado novamente e voltou com a mesma piada:

– O lobo está chegando, o lobo está chegando! Socorro! Socorro!

Os vizinhos voltaram rapidamente, com suas varas e preparados para enfrentar o lobo. Mas eles encontraram Peter rindo novamente, rindo e dizendo:

Você acreditou de novo! Que incrédulos! Hahaha!

Desta vez, os vizinhos pensaram que a piada não era tão engraçada e foram mal-humorados para suas casas.

Outro dia, Pedro estava andando com suas ovelhas quando ouviu um barulho entre os arbustos. Ele não se importava, mas rapidamente um lobo apareceu e começou a perseguir suas ovelhas. Pedro começou a pedir ajuda:

– O lobo está chegando, o lobo está chegando! Socorro!

Os vizinhos o ouviram, mas não prestaram atenção, pois acharam que era mais uma piada de Pedro.

O lobo conseguiu pegar algumas de suas ovelhas e as levou para comer com seu rebanho.

Moral: Não minta, pois outros podem não acreditar em você quando você diz a verdade.

O corvo e a raposa

Era uma vez um corvo descansando em uma árvore, tendo conseguido roubar um queijo da janela de uma casa.

Uma raposa andou por perto que sentiu o cheiro forte, viu o corvo e disse:

-Oi! Que dia bom, além de sua plumagem ser muito bonita. Se encaixa muito bem.

O corvo se sentiu muito bem com o que a raposa disse a ele. Ele queria cantar para comemorar, abriu o bico, mas depois largou o queijo.

A raposa, sorrindo, correu para o queijo e o pegou com a boca antes de cair no chão.

Moral: Preste atenção quando alguém lhe disser coisas boas. Pode ser de interesse.

O menino e o doce

Era 21 de setembro e todas as crianças felizes, depois de um longo verão, estavam voltando para as escolas. Sendo o primeiro dia, o professor levou um barco cheio de guloseimas para a aula para dar as boas-vindas ao novo ano letivo. Um dos alunos correu primeiro para os doces.

Uma vez que ele pegou todos os doces que pôde, ao tentar estender a mão, o gargalo da tigela não o permitiu. O menino chorou e chorou amargamente, mas um amigo que estava por perto disse: -Conforme-se a tomar apenas metade e assim você poderá pegar sua mão com o doce.

Moral: Não seja egoísta, ganancioso e escolha apenas o que você precisa. Como diz o ditado, "quem cobre muito, não aperta".

Essa fábula ensina as crianças a não serem tão egoístas, uma qualidade muito importante ao desenvolver sua personalidade. Em um mundo em que a individualidade prevalece, é bom que as crianças aprendam a compartilhar e a serem generosas com seus pares.

A pulga e o homem

Um homem desfruta de um bom sono quando de repente começou a sentir coceira por todo o corpo.

Irritado com a situação, ele procurou em sua cama inteira para ver o que estava causando tantos problemas. Após sua busca, ele encontrou uma pequena pulga e disse as seguintes palavras:

– Quem você acha que é inseto insignificante, estar coçando por todo o corpo e não me deixando gozar meu merecido descanso?

– A pulga respondeu: Com licença, senhor, não era minha intenção incomodá-lo de nenhuma maneira; Peço que, por favor, deixe-me continuar vivendo, porque, por causa do meu pequeno tamanho, acho que não posso incomodá-lo muito. O homem rindo das ocorrências da pulga, disse:

– Sinto muito, pequena pulga, mas não posso fazer nada além de acabar com sua vida para sempre, já que não tenho nenhum motivo para continuar aguentando suas mordidas, não importa se ; s grande ou pequeno, pode ser o preconceito que você me causa.

Moral: nos ensina que todo mundo que machuca outra pessoa deve estar disposto a enfrentar as consequências. Desde quando alguém incomoda, agride ou ofende outros colegas, você deve saber que suas ações serão seguidas por consequências.

O coelho e o porco

Era uma vez um coelho muito arrogante em uma escola que usava seus sapatos muito limpos, brilhantes, brilhantes todos os dias.

Na mesma classe também estava o porquinho Peny, que tinha muita inveja do coelho por seus sapatos.

Mas o porquinho, vivendo em um lago lamacento, sabia que nunca teria sapatos como os de um amigo de coelho.

Todo dia eu limpava e limpava, mas nada ficava tão sujo.

Um dia, jogando no recreio, tive que correr para ver quem era o mais rápido. O porco assustado não sabia o que fazer, já que seus sapatos não eram como os de seus amigos.

No dia da corrida, Pigy Peny não pensou nisso, e ele correu junto com o coelho.

Enquanto corria, ele só pensava em ser o vencedor e nunca desistir, como sua mãe lhe disse.

Quando chegaram à linha de chegada, todos ficaram impressionados com a velocidade de Peny Pig, eles não entenderam como ele poderia ter ganho o coelho e seus super sapatos.

Moral: Não importa qual sapato você use, o esforço para atingir uma meta definida não está nos sapatos, mas em você. Você deve estar feliz com o que tem, sentir-se confortável consigo mesmo e confiar em você.

Família formiga

Era uma vez uma família de formigas formada pela mãe, o pai e suas duas filhas pequenas.

O inverno estava chegando, então toda a família saiu em busca de comida, pois não iria morrer.

Caminhando pelo prado, encontraram outra formiga, mas não era da mesma espécie, pois era vermelha e não possuía duas pernas.

Angustiada, a formiga vermelha pediu ajuda para levá-la para casa, pois ela poderia morrer enterrada na neve.

A mãe formiga disse não, pois não pertencia à sua espécie e se descobrisse o resto das formigas negras poderia jogá-lo para fora do prado.

Então a família seguiu seu caminho, mas uma das filhas não conseguiu se levantar e se virou para ajudar a formiga vermelha, mesmo sabendo que poderia jogá-la para fora da campina para sempre.

Quando os dois chegaram à casa das formigas vermelhas, ficaram surpresos com a solidariedade da formiga negra, deram-lhe toda a comida que tinham.

Graças a essa recompensa, a família das formigas pretas conseguiu sobreviver durante todo o inverno graças à família das formigas vermelhas.

Moral: Você precisa ajudar os outros quando eles precisam, porque um dia também precisaremos dessa ajuda.

Também nos ensina que não há necessidade de prejudicar ou discriminar os outros por causa de sua raça ou condição física, algo muito importante na vida, uma vez que temos que educar nossos filhos na tolerância e no respeito à diversidade.

O pássaro rouxinol

Era um pássaro rouxinol muito alegre e engraçado. Ele estava sempre cantando, mas era muito ignorante.

Uma noite, jantando com a mãe, ela lhe disse que ele não deveria cantar até mais tarde, pois os caçadores passariam naquele momento e, se os ouvissem, poderiam matá-lo.

Na manhã seguinte, como todos os dias, o pássaro começou a cantar para atrair presas. Esquecendo o que sua mãe lhe disse, os caçadores o ouviram e começaram a atirar.

Felizmente, o pássaro deu-lhe tempo para se esconder, pois ouviu a canção de sua mãe avisando que os caçadores estavam na área.

Moral: Devemos estar muito atentos e ouvir nossos pais quando eles conversam conosco, pois uma supervisão pode ser cara.

O gato e o rato

Garagem de gato desenho imagem em quadrinhos Mouse

Certa vez, um gato com muita fome viu um ratinho entrar em sua casa. O gato, com muitas intenções de pegá-lo e depois comê-lo, aproximou-se da ratoeira para dizer:

– Quão bonito e fofo você é, ratinho! Venha comigo, pequena, venha … o gato disse em uma voz doce.

A mãe do ratinho ouviu as intenções do gato hábil e avisou o filho dizendo:

– Não vá criança, você não conhece os truques desse patife.

O gato insistente disse ao mouse novamente:

– Venha, pequena, venha. Olhe esse queijo e essas nozes! Tudo isso será para você!

O ratinho inocente perguntou à mãe novamente:

– Vou mãe? … Vou?

– Nenhuma criança, nem pense em ir, seja obediente, sua mãe lhe disse novamente.

O gato novamente o enganou dizendo:

– Venha, eu vou te dar esse bolo saboroso e muito mais …

– Posso ir mãe, por favor, imploro – disse o ratinho.

– Não bobo! Não vá. – o rato mãe insistiu.

-Eu não vou fazer nada mãe. Eu só quero tentar um pouco … – disse o ratinho pela última vez, e sem a mãe dele poder detê-lo, ele rapidamente saiu do buraco.

Alguns momentos depois, ouviram-se gritos dizendo:

– Ajuda, mãe, ajuda! O gato me come!

A ratazana mãe não podia fazer nada para salvar o ratinho que morreu devorado pelo gato.

Moral: Essa fábula nos ensina que devemos obedecer a nossos pais e respeitar suas decisões, pois eles sempre querem o melhor para nós e ignorá-los pode ter seu preço como o ratinho da história.

O cervo e a jovem corça

Esta fábula tem cerca de dois cervos, um jovem e um mais velho.

Ambos queriam ficar nas montanhas porque tinham comida o ano inteiro, mas isso só seria possível se os dois brigassem, pois havia apenas provisões para um.

O jovem filhote estava muito claro de que venceria, já que era cada vez mais rápido que o cervo velho.

Na manhã seguinte, quando eles se encontraram para lutar, o velho cervo sugeriu que ele fosse embora, pois sabia perfeitamente que seria o vencedor.

A jovem corça teimosa e zangada preparou-se para lutar até que gradualmente perdeu os chifres.

Surpreso que o velho cervo o espancasse, ele perguntou:

-Como você fez isso? Não pode ser, se eu sou mais. Jovem e mais rápido que você.

A que o velho respondeu:

-Olhe meus chifres e você terá a resposta.

A jovem corça surpresa percebeu que os chifres estavam intactos, eram muito mais fortes e mais robustos que os dele.

Moral: Devemos respeitar os idosos, pois ser uma pessoa idosa não significa que eles são patos ou lentos, mas pelo contrário, pois eles podem nos ensinar muitas coisas que ainda não sabemos.

O macaco e o golfinho

Era uma vez um marinheiro que prometeu fazer uma viagem muito longa. Para tornar a jornada mais divertida, ele levou um macaco para se divertir durante a longa jornada.

Quando eles estavam perto da costa da Grécia, uma tempestade muito alta e violenta subiu e destruiu o navio fraco. Sua tripulação, o marinheiro e seu macaco tiveram que nadar para salvar suas vidas.

Enquanto isso, o macaco que luta contra as ondas foi visto por um golfinho; que, acreditando que era homem, foi salvá-lo deslizando sob ele e transportando-o para a costa.

Quando eles chegaram ao porto, o golfinho perguntou ao macaco:

– Macaco, você é ateniense (nascido em Atenas)?, E o macaco, por ser muito vaidoso e mentiroso, respondeu:

– Sim, e eu também tenho parentes muito importantes morando lá –

O golfinho perguntou novamente se ele conhecia Pireu (o famoso porto de Atenas). O macaco então acreditou que era um homem, respondeu que não apenas o conhecia, mas também era um de seus melhores amigos.

O golfinho indignado com tantas mentiras que o macaco disse, virou-se e o devolveu ao alto mar.

Moral: As próprias mentiras do mentiroso são aquelas responsáveis ​​por revelar a verdade com um pouco de descuido. As mentiras têm pernas muito curtas, portanto a verdade sempre virá à luz.

O astrônomo

Em um país muito distante, onde a ciência é muito importante para seus habitantes, havia um astrônomo idoso que gostava de seguir o mesmo caminho todas as noites para observar as estrelas.
Um dia, um de seus antigos colegas lhe disse que uma estrela estranha havia aparecido no céu, o velho deixou a cidade para vê-lo com seus próprios olhos. O astrônomo estava tão empolgado olhando para o céu que não percebeu que a poucos passos dele havia um buraco. Quando ele caiu no buraco, começou a gritar por socorro.
Um homem passou pelo buraco, que se aproximou do buraco para ver o que estava acontecendo. Informado do que havia acontecido, ele disse ao velho:
-Eu vou ajudá-lo a sair dali, mas tenha muito cuidado na próxima vez que sair para um lugar que você não conhece, você deve ter muito cuidado por onde andar, pois pode encontrar qualquer coisa no chão.
Moral: Antes de embarcar na aventura ou ir a lugares desconhecidos, você deve conhecer muito bem o local para onde está viajando e ser cauteloso.

O burro, o cachorro e o lobo

Eles caminharam muito devagar e exaustos pelo sol, um jumento, com sua carga de pão, e seu dono seguido por seu cachorro. Assim, chegaram a um prado verde, onde o mestre, cansado e exausto pela caminhada, foi dormir à sombra de uma árvore.

O burro foi comer um pouco de grama no pasto quando de repente o cachorro, que também estava muito cansado e com fome, disse:

– Querido burro, também estou com fome, você poderia me dar um pouco de pão na cesta que carrega, por favor?

A que o burro respondeu:

– Melhor Por que você não espera um pouco mais até que o Mestre acorde e lhe dê o mesmo para comer?

O cachorro, ouvindo a resposta do burro, foi para o outro lado do prado. É então que, enquanto o burro ainda estava comendo seu pasto, um lobo faminto apareceu e imediatamente atacou o burro para devorá-lo. Surpreso, ele gritou ajuda ao cachorro:

– Socorro! Salve-me amigo cachorro!

O cachorro respondeu:

-Melhor, por que você não espera um pouco mais até o mestre acordar e salvar você?

Moral: Devemos oferecer nossa ajuda a outras pessoas pelo tempo que elas precisarem, se não queremos que a mesma coisa aconteça com o burro. Devemos educar nossos filhos a serem pessoas de apoio e compartilhar com o resto de seus colegas.

O corvo e os pássaros

Um dia, o deus Júpiter convocou todos os pássaros para uma reunião para escolher como rei o mais bonito de todos. Os pássaros, muito lisonjeados com essa grande oportunidade, foram imediatamente às águas do grande rio para se lavar e se arrumar para serem apresentáveis.

O corvo, percebendo sua feiúra, apresentou um plano que consistia em coletar as penas que os pássaros deixavam cair ao se arrumar e depois colá-las em seu corpo. Assim, o corvo passou várias horas colocando as penas para ser a mais bonita das aves.

Então chegou o dia esperado e todos os pássaros chegaram à consulta, incluindo o corvo, que se destacou instantaneamente por suas penas multicoloridas. Quando Júpiter o viu, decidiu coroar o corvo por sua grande beleza, mas os pássaros ficaram muito zangados por terem escolhido o corvo.

No entanto, o corvo logo perdeu as penas, sentindo-se envergonhado por ser o mesmo que realmente era.

Moral: Não precisamos fingir o que não somos e não devemos nos sentir inferiores por nossas físicas ou aptidões, pois cada pessoa é única e diferente, com suas virtudes e defeitos.

Devemos amar a nós mesmos como somos, pois somente assim os outros nos amarão.

O velho cão caçador

Muitos anos atrás, vivia um velho cão de caça, cuja idade avançada o levou a perder grande parte das faculdades, como ser mais forte ou mais rápido.

Um dia, enquanto ele estava em um dia de caça com seu mestre, ele encontrou um belo javali, que ele queria pegar para seu dono. Colocando todos os seus esforços, ele conseguiu morder uma orelha, mas como sua boca não era a mesma de sempre, o animal conseguiu escapar.

Quando ouviu o escândalo, seu mestre correu para o local, encontrando apenas o cachorro velho. Irritado por ter deixado a peça escapar, ele começou a repreendê-lo com muita força.

O pobre cachorro, que não merecia tal bronca, disse:

– Querida, meu amor, não acredite que deixei este belo animal escapar por prazer. Eu tentei mantê-lo, assim como quando eu era jovem, mas, tanto quanto nós dois queremos, minhas faculdades nunca mais serão as mesmas. Então, em vez de ficar bravo comigo porque eu fiquei velho, me alegro por todos aqueles anos em que te ajudei incansavelmente.

Moral: Ele vem nos dizer que devemos respeitar os mais velhos, pois eles fizeram o melhor possível porque nossa família teve uma vida feliz.

O cachorro e o reflexo

Havia um cachorro que atravessava um lago. Ao fazer isso, ele tinha uma presa bastante grande na boca. Ao atravessá-lo, ele se viu no reflexo da água. Acreditando que era outro cachorro e vendo o enorme pedaço de carne que ele carregava, ele correu para pegá-lo.

Decepcionado foi quando, ao tentar remover a presa da reflexão, ele perdeu o que já tinha. E pior, ele não conseguiu o que queria.

Moral: Não devemos invejar os outros e devemos estar felizes com quem somos e com o que temos, porque, como diz o ditado, "a ganância quebra o saco". Temos que nos contentar com o que temos, e não pedir ou exigir mais de nossos pais, mas queremos o que acontece com o cão.

A cobra mentirosa

Era uma vez um elefante sábio, um trabalhador de formigas, um leão forte, uma raposa habilidosa, uma hiena engraçada e uma zebra amigável que viviam em harmonia e como bons amigos na selva. Os animais se ajudavam no trabalho diário.

Um dia, os animais foram procurar comida como sempre, mas ficaram surpresos com a escassez de comida. Preocupados com a situação que se reuniram para encontrar uma solução. O elefante sábio disse:

"Proponho ir um pouco mais longe para encontrar algo para comer."

Depois de alguns murmúrios, a voz da raposa habilidosa foi ouvida:

"Parece uma boa idéia, mas devemos ter cuidado com animais desconhecidos."

Os amigos saíram em pares em direção ao lado sul da selva. O elefante juntou-se à formiga, o leão e a zebra se uniram, enquanto a raposa e a hiena seguiram o mesmo caminho. Os animais andaram por um longo tempo sem encontrar nada que pudessem comer.

A zebra se esforçando para encontrar comida separada do leão sem perceber. Ao longo do caminho, ele encontrou uma cobra com uma língua longa e afiada. A zebra não perdeu tempo em fazer amizade com a víbora, então ele disse a ela o que ela e o resto das amigas estavam fazendo.

A cobra rapidamente elaborou um plano para que a zebra e seus amigos não a deixassem sem comida. Então ele disse à zebra:

"Cinco minutos antes de você chegar, vi um leão forte comer uma enorme presa de antílope." E de acordo com sua descrição, ele era seu amigo.

A zebra duvidou do que a cobra lhe disse e seguiu seu caminho.

Depois de um tempo, a cobra viu o leão forte do qual a zebra falou com ele passar do galho da árvore, desceu imediatamente do local e se aproximou dele:

"Com licença", disse ele, "vejo você fraco e com fome".

O leão respondeu:

– Você não está enganado, eu andei do outro lado da selva até aqui com meus amigos em busca de comida. Além disso, há um tempo atrás, perdi de vista meu companheiro de zebra.

A serpente perversa que conhecia a história contou a ele:

– A situação não é fácil, espero que você consiga a comida que precisa.

O leão levantou uma perna em gratidão por seu bom desejo. Quando ele deu alguns passos, a cobra gritou:

"Agora que me lembro de uma hora atrás, vi seu amigo zebra comer uma presa de antílope!"

O leão forte ficou surpreso com o que a cobra lhe disse, mas continuou seu caminho. A víbora percebeu que ela era observada pelo elefante sábio e pelos dez antílopes que viviam naquele lado da floresta. Quando ela foi descoberta, ela tentou fugir. Na tentativa de escapar, sua língua foi esmagada por uma pedra.

Moral: a justiça leva, mas chega, todos recebem o que merecem. Você não pode passar a vida traindo ou dizendo coisas que não são verdadeiras.

O cachorro e o espelho

Era uma vez um cachorro chamado Glutton, porque comer era o que ele mais gostava de fazer. Seu enorme peso o impedia de andar com facilidade, e ainda mais correndo.

Um dia, o canino entrou no mercado da vila e seus olhos quase saltaram quando viu uma enorme costeleta no balcão de um açougue. Ele se escondeu esperando uma supervisão do proprietário.

Depois de alguns minutos, ele teve a oportunidade de pegar um pedaço de carne. Glutton subiu em uma cadeira com muito esforço e alcançou a presa colorida. Enquanto caminhava em silêncio, ele foi descoberto pelo açougueiro.

O cão fez uma fuga difícil, porque seu grande peso não lhe permitia correr rapidamente. No entanto, o vendedor desistiu de perseguir alguns minutos e o deixou ir.

O cachorro Glutton, percebendo que não era mais perseguido, diminuiu a velocidade e caminhou com mais calma entre as pessoas que estavam no mercado. Depois de um tempo, o canino parou em frente a um salão de beleza para descansar e provar sua presa há muito esperada. Antes de devorá-lo, o cão sentiu o cheiro por um longo tempo.

Quando Glutton se preparou para comer a costeleta, observou que, a poucos metros de onde estava, havia outro cachorro maior dentro do salão de beleza comendo um pedaço enorme de carne. Ele decidiu pegar sua presa e caminhar em direção à imagem que via, à medida que se aproximava.

A mera idéia de pensar que outro cachorro comeu uma costeleta maior e mais substancial que a dele, gerou inveja e aborrecimento. O animal enfurecido atacou com força e peso contra o outro canino.

No meio da ação, ele ouviu um barulho ensurdecedor. Nesse momento, o cachorro Glutton percebeu que o que via era seu reflexo no espelho com muito aumento.

A atitude equivocada do cão avarento gerou alvoroço dentro do estúdio de beleza. Então, os estilistas e clientes perceberam que o animal estava no meio dos pedaços de vidro, então eles o abordaram para ver se ele não estava ferido.

O animal estava com muito medo e sentiu uma forte dor em uma das patas traseiras; era um pedaço do espelho que havia se encaixado. Mas seu sofrimento foi maior quando ele percebeu que sua costeleta estava no chão coberta de partículas de vidro.

Infelizmente, a ambição do cão ganancioso o impediu de desfrutar de uma de suas comidas favoritas. Então ele teve que se contentar com as doses de leite e comida de cachorro fornecidas pelos funcionários do cabeleireiro. Depois de se recuperar, o canino voltou para casa frustrado por não ter conseguido o que queria.

Moral: Ambição demais é ruim conselheiro. Isso leva a ações errôneas e impulsivas para obter mais do que você tem e, eventualmente, você acaba perdendo tudo.

Os macacos e a corda

Era uma vez três macacos que viviam em uma floresta com árvores grandes e inúmeros rios. O mais velho chamava-se Topotopo e ele era o mais mandão, o segundo dos macacos o conhecia como Ñoño e ele era gordo, enquanto o mais novo respondia ao nome de Paco e era o mais travesso.

Topotopo, Ñoño e Paco eram três amigos inseparáveis. Juntos, eles costumavam fazer aventuras nos lugares mais distantes e perigosos da floresta. Os três macacos muitas vezes colocam suas vidas em perigo, independentemente das consequências.

Um dia, Paco estava prestes a ser mordido por uma cobra venenosa enquanto tentava pisar no chocalho. Então, Topotopo foi quase pego pelas garras de um leão quando o incomodou enquanto ele dormia. Oño não foi exceção, ele miraculosamente escapou de um lobo feroz que tentou levar o almoço.

A vida dos três amigos era entre brincadeiras, desobediência e rebelião. Embora os macacos mais velhos os aconselhassem a permanecer quietos e evitar momentos desagradáveis, eles os ignoravam, sempre faziam o que queriam.

Os demais animais da floresta foram mantidos afastados, pois os três macacos eram desrespeitosos e suas piadas muito pesadas.

Um dia, Paco, Ñoño e Topotopo decidiram embarcar em uma nova aventura. Os três amigos foram para a área mais remota, densa e perigosa da floresta. Nesse lado, as árvores eram muito mais altas e luxuriantes, os rios mais abundantes e profundos e o perigo estava na ordem do dia.

Os três amigos reservam todos os lugares e pasaron, incluindo todos os itens mais importantes, como todos os tipos de frutas e semillas e os copos molestados com burlas e outros animais que vivem em todos os lugares. Os retornos retornam automaticamente para o hábitat, perdendo com a intenção de retornar.

Os três monitores desobedientes contam suas experiências e seus parentes, além de mostrar novos aspectos relacionados a vários portos e alejados constantes dos peligros. Por isso, os amigos soltarão uma feroz carcajada no mundo.

Llegó o dia esperado para os monos, de volta a lasjanas do bosque. Salieron apenas despuntó el sol sin que nadie se diera cuenta.

Uma vez no local, Topotopo, Ñoño e Paco separam o árbol mais alto e a partir de todas as divisões de uma região que atravessa o rio caudaloso. Se miraron entre sí e bajaron, rapidamente deve seguir para a orla do rio.

Se você quiser um palabro, os três amigos se separam na cuerda e comecem a atravessar o rio;

O peso dos três monos terminado por hacer que a cuerda se rompiera. Inevitavelmente, os desobedientes animam as camadas de águas profundas e férreas por meio do corredor.

Moraleja: la desobediencia lleva a hacer imprudencias that pueden poner en peligro la life. É importante escutar os conselhos dos prefeitos para evitar erros e erros.

Las ranas y el pantano seco

Vivanan das ranas em um belo pantano, deixe o verano e o segundo, por tanto abandonar para buscar otro com água. Hallaron no caminho de um barco profundo repleto de água, e tudo, incluindo um rana na outra:

– Amiga, bajemos os outros pozo.

– Pero, e você também pode ver a água deste ponto, – repousar a compañera -, ¿Cómo crees que subiremos entonces?

Moraleja: Antes de emprestar a conexão, analise as primeiras consecuências. No caso de um problema, consideramos outras alternativas e reflexões sobre a opção de comprar antes de tomar uma decisão de manobra impulsiva que não ocorre no mar.

O Labrador e a Culebra

Ao lado de um modesto labrador, uma história de vida decidida é instalar no seu computador. Na tarde, o pequeno hijou do labirinto, pensando em que época era mais de juguetes, pegue o animal de tan mala manera, que é mordido na defesa. Una mordedura de la que no se pudo recuperar y que su padre quiso vengar cortándole la cola a la culebra.

Enterado de cómo habían sucedido los hechos, el labrador sintió tal culpa que fue en busca de la culebra para pedirle perdón y ofrecerle miel, agua, harina y sal, como muestra de su sincero arrepentimiento. A pesar de la nobleza de sus intenciones, la culebra no solo no le perdonó, sino que además se permitió el lujo de decirle:

– Agradezco que quieras venir a intentar remediar el error que cometiste conmigo, pero no hay ninguna posibilidad de que tú y yo podamos ser amigos. Mientras que a mí me falte la cola que tú me quitaste y a ti el hijo que mi veneno te ha arrebatado, seremos incapaces de estar en paz.

Moraleja: es imposible reconciliarse con algún amigo si uno de los dos no ha perdonado al otro. Con esta fábula aprendemos a que hay que saber pedir perdón y perdonar cuando tengamos algún debate o discusión con un compañero. De esta manera se resolverán tranquilamente y pacíficamente cualquier problema.

El lobo y el perro dormido

Disfrutaba un perro de un merecido descanso en la puerta de su casa, cuando de repente un veloz lobo se lanzó sobre él con claras intenciones de devorarlo. Para intentar librarse de tan negro destino, el perro le suplicó con todas sus fuerzas que lo escuchara, aunque solo fuera una sola vez, antes de que el lobo cumpliera sus deseos.

Entiendo que desees saciar tu hambre –comenzó diciendo el perro- pero de un saco de huesos como yo, tu estómago no tardará en volver a sentirse vacío; si en verdad deseas darte un buen festín, espera a que mis dueños celebren sus bodas y seguro que me encuentras mucho más apetecible.

Tan convincente era su argumento, que el lobo se marchó tan contento. Meses después, estaba el perro asomado a una ventana de la casa de su dueño, cuando volvió el lobo para reclamar lo que tanto tiempo había estado esperando. Molesto ante la insistencia, el perro contestó:

– ¡Lobo tonto, la próxima vez que aparezcas y yo esté durmiendo en el portal de mi dueño, no esperes a que se celebren las bodas de mis dueños!

Moraleja: viene a decirnos que si hemos sido capaces de salir airosos de algún tipo de peligro y si recordamos cómo lo hicimos, podremos hacerlo en otras ocasiones.

El zorro, el oso y el león

Habiendo encontrado un león y un oso a un cervatillo, se retaron en combate a ver cual de los dos se quedaba con la presa.

Un zorro que por allí pasaba, viéndolos extenuados por la lucha y con el cervatillo en medio, se apoderó de este y corrió pasando tranquilamente entre ellos.

Y tanto el oso como el león, agotados y sin fuerzas para levantarse, murmuraron:

-¡Desdichados nosotros! ¡tanto esfuerzo y tanta lucha hicimos para que todo quedara para el zorro!

Moraleja: por ser egoístas y no querer compartir, podemos perderlo todo.

Las dos amiguitas

Era una vez 2 avestruces amiguitas que se hicieron tan pero tan amiguitas que no podían pasar un día sin la compañía de la otra, hasta que cierto día un pequeño desliz entre ambas puso a prueba su hermosa amistad:

– Hoy jugaremos a lo que yo quiera – le dijo uno de ellas a la otra.
A lo que la otra contesto:
– Te equivocas eso lo decidiré solo yo.

Y así con tales posturas, ambas se empecinaron en sus caprichos por muchas horas y sin llegar a un acuerdo. Luego de discutir por un largo rato, las dos avestruces amigas por fin entraron en razón y una de ella dijo:

-Dejemos los juegos por hoy y encontremos otra manera de llegar a un acuerdo.

Y diciendo estas palabras ambas acordaron alternarse diariamente y que cada una decidiese por un día entero que juegos jugar.

De esta manera no hubo más problemas y conflictos y conservaron una linda amistad hasta la muerte.

Moraleja:hablando tranquilamente se puede llegar a un acuerdo, donde ambas personas salgan privilegiadas. Debemos educar a nuestros hijos en el diálogo y la comunicación para resolver los conflictos que le sucedan en la vida diaria, ya que es la mejor opción para llegar a una acuerdo.

El aceituno y la higuera

El aceituno ridiculizaba a la higuera porque, mientras él era verde todo el año, la higuera cambiaba sus hojas con las estaciones.

Un día una nevada cayó sobre ellos, y, estando el aceituno lleno de follaje, la nieve cayó sobre sus hojas y con su peso se quebraron sus ramas, despojándolo inmediatamente de su belleza y matando al árbol.

Pero al estar la higuera desnuda de hojas, la nieve cayó directamente a la tierra, y no la perjudicó en absoluto.

Moraleja: No debemos burlarnos de las cualidades ajenas, pues las nuestras pueden ser inferiores. Debemos ser respetuosos y tolerantes con el resto de personas.

El zorro y la cabra

Una vez un zorro estaba vagando por la oscuridad, cuando or desgracia cayó en un pozo. Intentó salir pero no podía. No tenía otra alternativa que permanecer allí hasta la mañana siguiente. Al día siguiente, una cabra llegó por allí, miró al pozo y vio al zorro. La cabra preguntó «¿qué estás haciendo ahí, señor zorro?»

El astuto zorro respondió:

«Vine aquí para beber agua. Es la mejor que he probado en mi vida. Ven y pruebala por ti misma. Sin pensar ni siquiera por un rato, la cabra saltó al pozo, apagó su sed y buscó una forma de salir. Pero al igual que el zorro, también fue incapaz de salir.

Entonces el zorro dijo:

«Tengo una idea. Ponte de pie sobre tus patas traseras. Subiré sobre tu cabeza y saldré. Entonces yo te ayudaré a salir también».

La cabra era inocente e hizo lo que el zorro le dijo.

Mientras caminaba, el zorro dijo:

«Si hubieras sido lo suficientemente inteligente, nunca hubieras entrado sin ver cómo salir».

Moraleja: Mira ante de saltar. No hagas algo ciegamente sin pensarlo antes.

El huevo de oro

Había una vez un rico comerciante de tela que vivía en un pueblo con su esposa y sus dos hijos. Tenían una gallina hermosa que ponía un huevo todos los días. No era un huevo normal, sino un huevo de oro. Sin embargo, el joven comerciante no estaba satisfecho con lo que solía obtener todos los días.

Quería conseguir todos los huevos de oro de su gallina en muy poco tiempo. Por tanto, un día pensó y al fin concluyó en un plan. Decidió matar a la gallina y juntar todos los huevos.

Al día siguiente, cuando la gallina puso un huevo de oro, el hombre lo cogió, tomó un cuchillo afilado, cortó su cuello y cortó su cuerpo abierto. No había nada más que sangre por todas partes y ningún rastro de ningún huevo en absoluto. Estaba muy triste porque ahora no conseguiría ni siquiera un solo huevo.

Debido a su codicia, comenzó a ser más pobre y finalmente se convirtió en un mendigo.

Moraleja: Si deseas más, puedes perder todo. Es necesario estar satisfecho con lo que uno tiene y actuar sin codicia.

El coyote y las uvas

Una tarde muy soleada, un coyote iba caminando y el estómago le rugía de hambre. De repente, nota en la cima de un árbol que hay un racimo de hermosas uvas moradas e intentó alcanzarlas apoyándose en sus patas traseras, pero no llegó.

Intentó alcanzarlas saltando, pero tampoco llegó; una y otra vez fallaba hasta que sus patas ya no podían más y entonces cayó al suelo extenuado.

Estando tumbado en el suelo, se pudo dar cuenta que dos pajarillos la estaban observando; levantándose, se sacudió el polvo y se marchó diciendo.

-Mejor paso de esas uvas, seguro están verdes-

Retomó así su camino, y en cuanto ya había ganado distancia, los pajarillos picotearon las uvas y éstas cayeron al suelo, donde se dieron un banquete.

Mirando de lejos, el coyote pensó:

-Tal vez si hubiese pedido ayuda, estaríamos comiendo los tres-.

Moraleja: A veces nuestro orgullo puede más que nuestro juicio, hasta el punto en que somos capaces de despreciar las cosas, sólo porque parecen inalcanzables.

La hormiga y la mariposa

Una hormiga trabajadora se encontraba reuniendo provisiones bajo el fuerte sol de verano a orillas del río. De pronto, el suelo bajo ella cedió, y la hormiga cayó al agua donde estaba siendo violentamente arrastrada.

Desesperada, la hormiga gritaba

-¡Ayuda, socorro, auxilio, me ahogo!-

En eso, una mariposa se da cuenta de la situación de la hormiga y rápidamente buscó una ramita, la agarró con sus patitas y se lanzó hacia donde estaba la hormiga; tendiéndole la rama y salvándola.

La hormiga muy feliz le dio las gracias y ambas siguieron su camino.

Al poco tiempo, un cazador furtivo se acerca por detrás de la mariposa con una red; en silencio se disponía a capturarla, pero justo cuando ya tenía la red sobre la cabeza de la mariposa ¡sintió un piquete muy doloroso en su pierna! Gritando soltó la red y la mariposa al darse cuenta, salió volando.

Mientras volaba, la mariposa desconcertada giró su cabeza para ver qué había herido al cazador, y se dio cuenta que era la hormiga a la que ese mismo día había salvado.

Moraleja: Haz el bien, sin mirar a quien. La vida es una cadena de favores.

El viento y el sol

Una vez, el viento y el sol tuvieron una discusión

-Yo soy el más fuerte, cuando yo paso, los árboles se mueven; hasta puedo derribarlos si quiero- dijo el viento.

-El más fuerte aquí soy yo, yo no derribo árboles, pero puedo hacerlos crecer- Le respondió el sol.

-Voy a demostrarte que soy el más fuerte ¿ves a ese hombre con chaqueta? Se la voy a quitar con mi soplido- dijo el viento.

Así, el viento sopló con todas sus fuerzas, pero mientras más fuerte soplaba, más fuerte el hombre se aferraba a su chaqueta, y el viento se cansó de soplar.

Entonces fue el turno del sol, y este, lanzando todos sus rayos hacia el hombre, hizo que se quitara la chaqueta de tanto calor.

-Bien, tú ganas, pero debes admitir que yo hice mucho más ruido- dijo el viento al final.

Moraleja: cada persona tiene sus propias capacidades y a menudo vale más la maña que la feurza.

El halcón, el cuervo y el pastor

Lanzándose desde los cielos, un halcón cazó un corderito. Un cuervo la observó y tratando de imitarlo, se lanzó sobre un carnero.

Sin embargo, no pasó lo mismo que antes, y al desconocer las artes, el cuervo se enredó en la lana, donde sin importar que tan fuerte batía sus alas, no logró escapar.

Viendo el pastor lo que sucedía, tomó al cuervo entre sus manos, con su machete cortó sus alas, y a su casa lo llevó.

Fascinados sus hijos lo vieron, y curiosos del asunto a su padre preguntaron:

-¿Papá, qué ave es esta?

-Para mí es sólo un cuervo, pero él se cree halcón.

Moraleja: Es bueno y necesario aprender a conocer nuestros propios límites, incluso para superarlos; el primer paso es conocerlos.

El hijo y el padre

Un día, un joven iba por la calle de noche después de salir de su trabajo; apurado recorría los rincones solitarios de la ciudad pues esa noche su madre le había dicho que lo esperaba en casa con una deliciosa cena.

Faltando sólo unas cuadras para llegar, el joven ve a lo lejos la figura desgastada por la edad de alguien que aguardaba en la esquina de una acera para cruzar la calle mientras un semáforo estaba en verde.

Tonto viejo, ¿por qué no cruzas si no vienen carros? ¡Yo sí cruzaré, tengo un compromiso importante!- pensó el joven acelerando el paso.

Pero al llegar a la esquina de aquella acera se dio cuenta ¡ese hombre era su padre!

-¿papá?-

-hola hijo-

-¿Qué hace acá?-

-Voy para la casa, vamos tarde, tu mamá seguro se molesta-

-Papá, no vienen carros-

-sí ya veo-

-Papá aquí no hay policías-

-Pero es un barrio seguro, no hacen falta ni a estas horas de la noche-

-Papá no hay cámaras-

-No me había fijado, ¿eso es bueno o malo?-

-¡Papá nadie nos está viendo! ¡Vamos a cruzar que vamos tarde!-

-¡¿QUÉ?! ¡YO ME ESTOY VIENDO!-

Moraleja: Siempre podremos engañar a los demás, pero nunca podremos engañarnos a nosotros mismos. Una conciencia tranquila es la clave para vivir en paz con uno mismo.

El Zorro y los Gallos

Dos gallos luchaban para tomar el control del gallinero.

Después de una intensa pelea, uno de ellos salió derrotado, y no le quedó otra alternativa más que esconderse entre los matorrales.

El vencedor exhibiéndose orgulloso, se montó sobre uno de los postes de la cerca y comenzó a cantar a los cuatro vientos su victoria.

Fue entonces, cuando a su espalda, un zorro que esperaba paciente dio un salto hacia la verja y de un mordisco feroz cazó al gallo ganador.

Desde entonces, el otro gallo es el único macho en el gallinero.

Moraleja: La humildad es una virtud que muy pocos practican, pero que todos deberían dominar. A quien hace alarde de sus propios éxitos, no tarda en aparecerle alguien que se los quita.

El amo del cisne

Algunas personas cuentan que los cisnes son hermosas aves capaces de entonar bellas y armónicas canciones justo antes de su muerte.

Sin saber esto, un día un hombre se hizo a un hermoso cisne. Éste no era sólo el más bello, sino el mejor cantante de todos. Por esta razón, el hombre pensó que el cisne podría deleitar a quienes visitaran su hogar con sus maravillosos cantos. De esta manera, el hombre buscaba generar envidia y admiración en sus allegados.

Una noche, el amo organizó una fiesta, sacando a al cisne para exhibirlo, como si se tratase de un valioso tesoro. El amo solicitó al cisne que entonara una bella canción para entretener al público. Ante esto, el cisne permaneció impávido, generando molestia e ira en el amo.

Los años pasaron y el amo siempre pensó que había malgastado su dinero en la bella ave. No obstante, una vez el cisne se sintió viejo y cansado, entonó una maravillosa melodía.

Al escuchar el canto de la melodía, el amo comprendió que el cisne estaba a punto de morir. Reflexionando sobre su comportamiento, el amo entendió su error al intentar apurar al animal a cantar cuando éste era joven.

Moraleja: nada en la vida debe ser apurado. Todas las cosas llegan en el momento más oportuno.

El enfermo y el doctor

En un hospital se encontraba internado un enfermo cuya salud decaía con el pasar de los días. Éste no veía mejoras en su estado.

Un día, el Doctor que le revisaba se encontraba dando sus habituales rondas. Al entrar en la habitación del paciente le preguntó a éste qué le aquejaba.

El enfermo sin dudarlo respondió que estaba sudando más de lo normal. Ante esto el Doctor dijo:

– Todo parece normal. Estás bien.

Al día siguiente, el Doctor volvió a visitar al paciente. Éste indicó que se encontraba más enfermo que el día anterior, y que tenía mucho frío. Ante esto el Doctor respondió:

– No pierdas la paciencia, todo está bien.

Pasaron algunos días y el Doctor volvió a visitar al enfermo. Éste, visiblemente desmejorado, volvió a indicar que se encontraba más enfermo y no conseguía conciliar el sueño. El Doctor respondió nuevamente:

– Estás bien.

Al retirarse el Doctor de la habitación, escuchó al enfermo decir a sus familiares:

– Creo que me voy a morir de estar bien, pero cada día estoy peor.

Ante esto, el Doctor sintió vergüenza y entendió que debía prestar más atención a las necesidades de sus pacientes.

Moraleja: hay profesiones que requieren de constancia y disciplina. Es importante preocuparse por otros y escuchar sus necesidades, para evitar jugar con sus vidas y bienestar.

El gato y el cascabel

En una casa de una gran urbe vivía un gato grande y consentido por sus dueños. Dicho gato tomaba toda la leche que gustaba, y sus amos le consentían y cuidaban, esforzándose por darle todo lo que quisiera.

El gato tenía una confortable cama para él solo, y pasaba sus días persiguiendo a un grupo de ratones que también vivían en la casa. Cada vez que uno de estos ratones se asomaba para tomar algo de alimento, el gato aparecía y ferozmente le cazaba.

Los ratones eran atosigados por el gato de tal manera que ya no podían salir de su ratonera para conseguir alimento.

Un día, los ratones se reunieron para buscar una solución a sus problemas. Tanto los niños como los jóvenes y los viejos deliberaron infructuosamente en busca de soluciones.

Hasta que un joven ratón propuso una alternativa que a todos gustó: ponerle un cascabel al gato para así saber cuándo merodeaba fuera de la ratonera.

Todos los ratones vitorearon y acordaron que ésta era la mejor alternativa. Hasta que uno de los ratones más viejos preguntó:

– ¿Quién se encargará de poner el cascabel en el gato?

Inmediatamente todos los ratones se desanimaron, puesto que no apareció ningún voluntario.

Se dice que hasta el día de hoy los ratones pasan las tardes deliberando quién se encargará de la temeraria labor, mientras que la comida continúa escaseando.

Moraleja: a veces las mejores soluciones vienen acompañadas de grandes sacrificios.

El adivino

En la plaza pública de un pueblo, un adivino se encargaba de leer la fortuna de quienes le pagaban por ello. De un momento a otro, uno de sus vecinos se acercó para contarle que la puerta de su casa había sido rota y que sus pertenencias habían sido robadas.

El adivino se paró de un brinco y corrió hacia su casa para ver qué había sucedido. Sorprendido al entrar en su morada vio que ésta se hallaba vacía.

Uno de los testigos del evento entonces preguntó:

– Tú, que siempre estás por ahí hablando del futuro de los otros, ¿por qué no predijiste el tuyo?

Ante esto, el adivino se quedó mudo.

Moraleja: el futuro no puede ser previsto. No hay que confiar en aquellos que dicen que pueden predecir lo que va a pasar con nuestras vidas.

El zapatero y el hombre rico

Existía hace muchos años un zapatero laborioso, cuya única labor y entretenimiento consistía en arreglar los zapatos que sus clientes le llevaban.

Tan feliz era el zapatero que a sus clientes cobraba poco o nada, ya que arreglaba los zapatos por placer. Esto hacía del zapatero un hombre pobre, sin embargo, cada vez que terminaba un encargo, lo entregaba sonriente y se iba a dormir plácidamente.

Era tal la felicidad del zapatero que pasaba las tardes cantando, cosa que molestaba a su vecino, un hombre rico.

Un día, el hombre rico, embargado por la duda, decidió abordar al zapatero. Se encaminó hacia su humilde residencia y parado en el sencillo pórtico preguntó:

– Dígame usted, buen hombre, ¿cuánto dinero produce al día? ¿es el dinero lo que causa so desbordante felicidad?

El zapatero respondió:

– Vecino, la verdad es que soy muy pobre. Con mi trabajo solo obtengo unas cuantas monedas que me ayudan a vivir con lo justo. No obstante, la riqueza no significa nada en mi vida.

– Eso me imaginé – Dijo el rico. Vengo a contribuir con su felicidad.

De esta manera, el hombre rico le entregó al zapatero un saco lleno de monedas de oro.

El zapatero no terminaba de creer lo que estaba sucediendo. Había dejado de ser pobre en segundos. Luego de agradecerle al rico, tomó el saco de monedas y lo guardó con recelo bajo su cama.

Este saco de monedas cambió la vida del zapatero. Al tener algo que cuidar con recelo, su sueño se volvió inestable y temía que pudiese entrar alguien a su hogar a robar el saco de monedas.

Al no dormir bien, el zapatero ya no tenía la misma energía para trabajar. Ya no cantaba de felicidad y su vida se volvió agotadora. Por esta razón, el zapatero decidió devolver al hombre rico el saco de monedas.

El hombre rico no daba crédito a la decisión del zapatero, por lo que le preguntó:

– ¿Acaso no disfruta usted de ser rico? ¿Por qué rechaza el dinero?

El zapatero pausadamente respondió:

– Vecino, antes de tener ese saco de monedas, yo era realmente feliz. Todos los días me levantaba cantando después de dormir plácidamente. Tenía energía y disfrutaba mi trabajo. Desde que recibí este saco de monedas, dejé de ser el mismo. Vivo preocupado por cuidar el saco y no tengo tranquilidad para disfrutar de la riqueza que se encuentra en él. Sin embargo, agradezco su gesto, pero prefiero vivir siendo pobre.

El hombre rico se sorprendió y entendió que la riqueza material no es fuente de felicidad. También entendió que la felicidad se compone de pequeños detalles y cosas que muchas veces pasan desapercibidas.

Moraleja: aquello que realmente nos puede hacer felices no es el dinero o las posesiones materiales. La vida se compone de pequeños detalles y situaciones que nos pueden hacer felices, aun cuando no tenemos dinero.

El toro y las cabras

En una verde pradera vivían un toro y tres cabras. Estos animales habían crecido juntos y eran verdaderos amigos. Todos los días el toro y las cabras jugaban y disfrutaban de la pradera.

Era normal que estos cuatro amigos jugaran, sin embargo, para un perro viejo y vagabundo que rondaba por la misma pradera, esta escena resultaba extraña. Las experiencias de la vida del viejo perro le impedían entender cómo aquellas cuatro criaturas podían ser amigas y llevarse bien entre sí.

Un día, el perro confundido decidió acercarse al toro y preguntarle:

– Señor toro, ¿cómo es que un animal tan grande y fuerte como usted puede pasar los días jugando en la pradera con tres pequeñas cabras? ¿No ve usted que esto puede resultar extraño para los demás animales? Este juego puede afectar su reputación. Los demás animales van a pensar que usted es débil y por eso se relacionan con esas tres cabras.

El toro meditó sobre las palabras del perro, sin querer convertirse en el hazmerreír de los demás animales. Él quería que su fuerza no fuera subestimada. Por esta razón, decidió alejarse de las cabras, hasta que dejó de verlas.

El tiempo pasó, y el toro se sentía solo. Echaba en falta a sus amigas cabras, ya que para él ellas eran su única familia. Ya no tenía con quien jugar.

Al meditar sobre sus emociones, el toro entendió que había cometido un error grave. Se había dejado llevar por lo que otros pudieran pensar, en vez de hacer aquello que le nacía. De esta forma, se dirigió hacia sus amigas cabras y les pidió disculpas. Afortunadamente, hizo esto a tiempo y las cabras le perdonaron.

El toro y las cabras siguieron jugando todos los días y fueron felices en la pradera.

Moraleja: debemos hacer aquellos que nos nace y dicta nuestra conciencia y corazón, sin importar lo que otros puedan pensar sobre nuestras decisiones.

La mula vanidosa

Había dos mulas de carga que trabajaban para diferentes amos. La primera mula trabajaba para un campesino y se encargaba de llevar pesadas cargas de avena. La segunda mula trabajaba para el rey y su labor consistía en llevar cuantiosas sumas de monedas de oro.

La segunda mula era sumamente vanidosa y orgullosa de su carga. Por esta razón, caminaban altanera y haciendo ruido con las monedas que llevaba. Tanto ruido hizo un día que, unos ladrones se percataron de su presencia y le atacaron para robar su carga.

La mula se defendió con fuerza, hasta perder su carga y terminar gravemente herida. Al caer sobre el suelo adolorida y triste, preguntó a la primera mula:

– ¿Por qué me pasó esto? ¿por qué esos ladrones robaron mi carga?

Ante este cuestionamiento la otra mula respondió:

– A veces lo que parece un gran trabajo no lo es. Es mejor pasar desapercibido para no despertar la envidia de otros.

Moraleja: es mejor ser discreto que vanidoso cuando se tiene algo de gran valor. Muchas personas pueden sentirse envidiosas cuando se habla mucho de lo que se tiene.

El elefante y el león

En la selva todos los animales le rendían culto al león como su rey. Veían en él una figura fuerte, valiente, fiera y elegante. No les importaba que llevara muchos años gobernándoles.

Sin embargo, algo que todos los animales de la selva no conseguían entender era que, al lado del tenaz león siempre se encontraba un viejo y lento elefante. Cada animal de la selva ardía en deseos de estar al lado del mandatario en lugar del elefante.

El rencor y los celos de los animales fueron gradualmente creciendo. Un día todos los animales decidieron hacer una asamblea para que el león eligiese a un nuevo compañero.

Una vez inició la asamblea, la zorra tomó la palabra:

– Todos pensamos que nuestro rey es increíble, no obstante, coincidimos en que no tiene un buen criterio para escoger amigos. Si hubiese elegido a una compañera astuta, hábil y hermosa como yo, esta asamblea no tendría lugar ni sentido.

Después de la zorra continuó el oso:

– No me cabe en la cabeza cómo nuestro rey, un animal tan imponente, puede tener como amigo a un animal que carece de garras grandes y fuertes como las mías.

Ante los comentarios de los demás, el burro por su parte señaló:

– Yo entiendo perfectamente lo que está pasando. Nuestro rey eligió al elefante como su amigo porque tiene unas orejas grandes como las mías. No me eligió a mí primero porque no tuvo el placer de conocerme antes que al elefante.

Tal fue la preocupación de todos los animales por reconocer sus cualidades sobre las del elefante, que no consiguieron ponerse de acuerdo y jamás lograron entender que el león prefería al elefante por su humildad, sabiduría y modestia.

Moraleja: los valores como la humildad, el desinterés y la modestia pueden hacer que las cosas más valiosas de la vida vengan por sí solas. La envidia es una pésima consejera.

El guepardo y el león

Una vez, los animales de la sabana estaban un poco aburridos y decidieron buscar maneras de divertirse.

Unos fueron a los pozos a saltar en el agua, otros se pusieron a trepar árboles, pero el guepardo y el león, aprovecharon la ocasión para probar sus cualidades frente a todos y decidieron hacer una carrera.

– ¡Atención! Si queréis entretenimiento aquí está: seremos testigo de una carrera de velocidad entre el león y el guepardo. Who will win? Acercaos y lo sabréis en minutos.

Entonces los animales se animaron y se acercaron curiosos. Murmuraban entre ellos sobre cuál era su favorito y por qué.

– El guepardo es veloz. La victoria es suya – decía la jirafa.

– No estés tan segura amiguita. El león también corre rápido – le respondía el rinoceronte.

Y así cada cual abogaba por su candidato. Mientras tanto, los corredores se preparaban para la competencia.

El guepardo, se estiraba y calentaba sus músculos. No estaba nervioso sino que se preparaba para dar un gran espectáculo y dejar clara su ventaja sobre el león.

Por su parte, el león solo se sentó a observar el horizonte y a meditar. Su esposa, la leona, se le acercó y le preguntó:

– Querido, ¿qué haces aquí? La chita está poniéndose a tono para la competencia y tú solo estás aquí sentado con la mirada perdida. ¿Estás bien? ¿Necesitas algo?

– No, mujer. Tranquila. Estoy meditando.

– ¿Meditando? A segundos de una carrera con el animal más veloz de la sabana, ¿tú meditas? No te entiendo querido.

– No tienes que entenderme cariño. Yo ya preparé mi cuerpo para esta carrera durante todo este tiempo. Ahora, necesito preparar mi ánimo.

El clan de los elefantes mayores, fueron quienes prepararon la ruta y marcaron las líneas de salida y de meta. Los suricatos serían los jueces y un hipopótamo daría la señal de salida.

Llegó el momento y los corredores se pusieron en posición:

– En sus marcas- comienza a decir el hipopótamo- listos…¡fuera!

Y arrancaron a correr el león y el guepardo, quien enseguida tuvo la ventaja.

Los competidores se perdieron rápidamente de vista de los animales ubicados al principio de la pista.

La victoria parecía ser del guepardo, pero al minuto de haber empezado, dejó de ser tan veloz. El león seguía corriendo a su ritmo pero cada vez estaba más cerca de alcanzarla, hasta que al fin la superó y allí aumentó la velocidad y le ganó.

Moraleja: No por ser más veloz, ganas una carrera. A veces, basta con utilizar tus energías de una forma inteligente.

La hormiga, la araña y la lagartija

Había una vez, en una casa de campo donde habitaban muchos animales de distintas especies, una araña y una lagartija.

Vivían felices en sus labores; la araña tejía hermosas y enormes redes mientras la lagartija mantenía lejos de la casa a los insectos peligrosos.

Un día, vieron un grupo de hormigas trabajando recogiendo cosas. Una de ellas las dirigía y les ordenaba a dónde ir a buscar la carga y por cuál ruta debían llevarla hasta su casa.

Extrañadas por los visitantes, la araña y la lagartija se acercaron a la hormiga:

– Hola. ¿Quiénes son ustedes y qué hacen aquí?- se adelantó a preguntar la araña.

– Sí, ¿quiénes son?- le apoyó la lagartija.

– Hola. Perdonen el descuido. Somos las hormigas y estamos de paso, buscando comida para prepararnos para el invierno. Espero que no estemos molestando.

– No exactamente, pero es extraño verlas aquí. Este terreno ha estado solo para nosotras desde hace mucho y…

– Y no nos gusta el escándalo ni que dejen suciedad en esta zona. Nuestro trabajo es mantener a los insectos alejados de aquí- dijo la lagartija con tono de cierta molestia.

– ¡Oh perdonen! De verdad que no es nuestra intención molestarlas. Insisto: estamos de paso preparándonos para el invierno.

– Pues yo no sé si lloverá, lo que sé es que les agradezco que terminen rápido con su labor y se vayan a su casa. Aquí ya estamos completos- sentenció la lagartija y se fue por los matorrales velozmente.

La araña, algo incómoda por el mal humor de su vecina, también se fue a sus aposentos. Antes, le advirtió a la hormiga sobre su naturaleza insectívora.

La hormiga se quedó pensando: “¡Pero qué gruñones! La lagartija quiere su espacio y la araña nos puede comer. Creo que es mejor que huyamos”.

Entonces volvió a su puesto y ordenó la retirada a sus compañeras.

Esa noche llovió a cántaros y mientras las hormigas estaban en su casa con refugio seguro y comida abundante, la araña y la lagartija temblaban de frío y pensaban en que por estar discutiendo no habían guardado comida en sus despensas.

Moraleja: Debemos ser abiertos con lo nuevo y lo diferente porque no sabemos si ahí podemos encontrar o aprender algo para nuestro bien.

Los perros y la lluvia

Había una vez una casa grande en la que vivían varios perros: Negrita, Blani, Estrellita y Radio. Vivían felices corriendo por los patios, jugando y haciendo travesuras, pero casi a ninguno lo dejaban entrar a las casas.

Solo Estrellita tenía permiso de hacerlo, por ser la más pequeña y consentida.

Al llegar el invierno, todos buscaban refugio porque el frío les helaba todo el cuerpo. Estrellita se burlaba de ellos desde la comodidad de su camita dentro de la casa.

El invierno pasó y el sol radiante iluminaba todo. Los días eran perfectos para jugar al aire libre.

Los perros salieron contentos a correr y Estrellita también quiso acompañarlos pero ellos le dijeron:

– No queremos jugar contigo Estrellita. Sabemos que no es tu culpa que te permitieran entrar a ti sola a la casa durante las lluvias, pero no tenías derecho a burlarte de nosotros que nos moríamos de frío.

Y Estrellita, se entristeció y se acurrucó en su cómoda camita. Sola.

Moraleja: Los buenos amigos no se burlan de las dificultades de los demás. Intentan ayudarlos.

La abeja y el fuego

Había una vez una abejita que siempre visitaba un jardín lleno de girasoles. La abejita se pasaba las tardes conversando con los girasoles más pequeños.

En su casa, le decían que el jardín era para polinizar, no para conversar. Pero ella sabía que podía hacer ambas cosas. Y le encantaba.

Sus amigos girasoles eran divertidos y siempre hablaban de cuánto admiraban el sol. Un día, quiso darle una sorpresa a los girasoles y se fue a buscar un cerillo encendido.

Con gran esfuerzo encontró uno en un basurero y se las ingenió para encenderlo en la estufa de una casa en la que siempre olvidaban cerrar las ventanas.

Con todas sus fuerzas llegó al jardín y cuando estaba cerca de sus amigos, se le cayó el cerillo. Afortunadamente, se encendió el riego automático porque era justo la hora de regar el jardín.

La abejita casi se desmaya del susto y sus amigas también.

Moraleja: por muy buenas que sean tus intenciones, siempre debes calcular los riesgos de tus acciones.

Tilín el desobediente

Había una vez un caballito de mar llamado Tilín, que tenía un amigo cangrejo llamado Tomás. Les encantaba pasar las tardes jugando juntos y visitando arrecifes.

Los padres de Tilín le habían dicho siempre que tenía permiso para jugar con su amigo cangrejo, siempre que no saliera a la superficie.

Un día, le ganó la curiosidad y le pidió a Tomás que lo llevara a la orilla. Este se negó a llevarlo pero Tilín insistió.

El cangrejo accedió pero con la condición de que solo fueran hasta una roca por un momento y regresaran enseguida.

Así lo hicieron, pero cuando subieron a la roca, no se dieron cuenta que una lancha de pescadores venía del otro lado y cuando los vieron lanzaron su red.

Tilín sintió que algo le tiró muy fuerte hacia abajo y se desmayó. Cuando despertó, estaba en su cama con sus padres. Al ver que despertaba Tilín, ellos suspiraron de alivio.

Lo siento mamá y papá. Solo quería ver la superficie una vez. Sentir el aire de allá arriba. ¿Qué pasó con Tomás? -dijo Tilín.

Lo siento Tilín. Él no pudo escapar- respondió su mamá con la cara triste.

Moraleja: es mejor obedecer a los padres porque tienen más experiencia y conocimientos.

El zorro irresponsable

Érase una vez Antonie, un zorrito que iba a la escuela en el bosque.

Un día la maestra les asignó una tarea que consistía en tomar del bosque 5 ramitas durante 10 días y hacer con ellas una figura.

Al final de los 10 días, todos expondrían sus figuras. La mejor escultura ganaría un regalo.

Todos los zorritos salieron hablando de lo que pensaban hacer; unos harían la torre Eiffel, otros un castillo, otros grandes animales. Todos se preguntaban cuál sería el regalo.

Los días pasaban y aunque Antonie decía que estaba avanzando en su tarea, la verdad era que no había empezado siquiera.

Todos los días al llegar a su madriguera, se ponía a jugar con lo que encontrara y a pensar en cuánto le gustaría comerse un pastel de moras.

Faltando un día para la entrega, la maestra le preguntó a los zorritos sobre sus avances con la tarea. Uos decían que ya habían terminado y otros que ya casi.

La maestra les dice:

Me alegra mucho oír eso niños. El que haga la escultura más bonita, se llevará este rico pastel de moras.

Era el pastel con el  que Antonie soñaba. Al salir de la clase, Antonie corrió a su madriguera y en el camino tomó tantas ramas como pudo.

Llegó y comenzó a realizar su proyecto pero ya era muy poco el tiempo que le quedaba y no logró hacer su tarea.

Al llegar a su clase el día de la presentación, todos los demás llevaban bonitas obras menos Antonie.

Moraleja: Cuando pierdes tiempo por pereza, no puedes recuperarlo y podrías perder buenas recompensas.

La carrera de perros

Érase una vez una carrera de perros que se celebraba cada año en un pueblito remoto.

Los perros debían correr un tramo de mil kilómetros. Para lograrlo, solo se les daba agua y tenían que sobrevivir con lo que pudieran encontrar.

Para la gente de los demás poblados, esta carrera era la más complicada del mundo. Llegaba gente de todas partes del mundo a poner a prueba a sus canes.

En una ocasión, se presentó a la carrera un perro flaco y viejo. Los demás perros se reían y decían:

Ese perro viejo y flaco no aguantará y se desmayará a los pocos metros.

El perro flaco les respondio:

“Quizá sí, quizá no. Quizá la carrera la gane yo”.

Llegó el día de la carrera y, antes de la voz de partida, los perros jóvenes al viejo le decían:

“Bueno viejo, nos llegó el día, por lo menos tendrás la dicha de decir que en esta carrera participaste un día”.

El perro viejo sin inmutarse respondió:

“Quizá sí, quizá no. Quizá la carrera la gane yo”.

Salieron los perros al escuchar la voz de partida, los veloces pronto tomaron la delantera, detrás iban los grandes y los fuertes, todos a la carrera.

El perro viejo iba el último.

Al cabo de los primeros tres días, los veloces se desmayaron por agotamiento y falta de comida. Siguió así la carrera y los perros grandes, al viejo le decían:

Viejo los rápidos se salieron ya. Es un milagro que sigas en pie, pero eso no significa que a nosotros nos ganés.

El perro viejo como siempre, muy tranquilo respondió:

“Quizá sí, quizá no. Quizá la carrera la gane yo”.

Pronto los perros grandes se agotaron; por su gran tamaño toda el agua se acabaron, y de la carrera fueron sacados.

Finalmente quedaban los fuertes y el perro viejo. Todos estaban sorprendidos porque el perro viejo iba cada vez más cerca de los fuertes.

Ya casi al final de la carrera los perros fuertes sucumbieron y decían: “¡No puede ser! Ahora dirán que todos los perros, fuertes, grandes y jóvenes, ante un viejo cayeron”.

Solo el perro viejo la meta logró cruzar. y al lado de su amo fue feliz a celebrar.

Moraleja: Si te concentras en la meta y eres consecuente, puedes conseguir lo que quieres.

El gallo puntual

¡Kikirikiii!

Cantó el gallo a las 5 de la mañana, como era su costumbre.

Su canto marcaba el inicio de la faena en la granja; la señora va a la cocina para preparar el desayuno, su esposo va al campo a recoger la cosecha del día y los chicos se alistan para ir a la escuela.

Al ver esto todos los días, un pollito le pregunta a su papá gallo:

Papi ¿por qué todos los días cantas a la misma hora?

Hijo, canto a la misma hora porque todos confían en que yo cumpla con mi trabajo y los despierte. Así todos pueden cumplir sus labores con puntualidad.

Otro gallo que pasaba por allí, escuchó la conversación y le dice al pollito:

Tu papá se cree importante, pero no es cierto. Fíjate, yo canto cuando quiero y no pasa nada. Él por gusto propio canta todas las mañanas.

El papá gallo dijo:

¿Eso crees? Hagamos algo: mañana cantas tú a la hora que quieras, pero te quedas en el poste después de cantar.

¿Es un reto? – dijo el envidioso gallo.

Sí, eso es- le afirmó el papa gallo.

Al día siguiente, según lo planeado, el otro gallo cantó en el poste, pero esta vez no fue a las 5 de la mañana, sino a las 6:30.

Todos en la casa se levantaron como locos; corrieron atropellándose unos con otros, malhumorados. Todos iban retrasados a sus labores.

Ya listos, salieron todos, pero antes de irse,  el señor de la casa agarró al gallo que aún seguía en el poste y lo encerró como represalia por haberlo despertado tarde.

Moraleja: No menosprecies el trabajo ajeno por insignificante que parezca. Además, es importante ser puntual.

El caballo presumido

Un día llegó un campesino a la tienda del pueblo en busca de un animal de carga que lo ayudara a transportar las herramientas para el campo.

Habiendo visto a todos los animales que el tendero le ofrecía,  el campesino procedió a cerrar el trato en el interior de la oficina de la tienda.

En el establo, los animales quedaron ansiosos esperando enterarse por cuál de ellos se había decidido el campesino.

Un caballo joven les decía a todos:

“Listo yo ya me voy, el campesino me elegirá, soy el más joven, bello y fuerte aquí así que mi precio él pagará”.

Un caballo viejo que allí se encontraba le dice al joven:

“Cálmate chico que con ser tan presumido, no ganarás nada. Al cabo de unos minutos, entraron el campesino y el vendedor. Llevaban dos cuerdas en mano y enlazaron a dos borriquitos.

El caballo relinchando fuerte decía:

“¿Qué pasó aquí? Pensé que a mi era al que elegirían».

Los caballos más viejos, al joven con risas le decían:

“Mira chico, al campesino solo le importaban animales para el trabajo no un animal bello y joven”.

Moraleja: Ser presumido solo puede hacerte quedar mal.

El loro y el perro

Había una vez un loro y un perro que se cuidaban entre si.

El loro daba compañía al perro y al hablar mucho le entretenía. Por su parte, el perro protegía al loro de otros perros que se lo querían comer.

Sin embargo, el loro a veces hablaba demasiado, y seguía haciéndolo aunque el perro le pedía que se callase para dejarlo dormir.

Un día el loro estuvo hablando desde la mañana hasta la noche, incluso cantó varias canciones mientras el perro intentaba dormir. Al final el perro dejó de intentar dormir y se quedó despierto sin poder hacer nada.

A la mañana siguiente el loro se despertó, empezó a hablar, pero se dió cuenta que el perro ya no estaba para escucharle. Se había ido, seguramente porque así le dejaría descansar. Prefería estar solo que mal acompañado.

Moraleja: No hay que molestar a nuestros amigos. Intenta tratarlos bien para que quieran estar a tu lado.

La entrada +50 Fábulas Cortas para Niños (Con Moraleja) se publicó primero en Lifeder.

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